México D.F. , 2003
México D.F., sol, limão, cactos e magia de 2003.
Desembarcar na Cidade do México lendo Carlos Casteñeda é nada mais, nada menos que reflexivo.
A primeira visita dessa Gira não poderia começar por ouro lugar: um encontro marcado, no final da tarde, na janela do quarto de Frida Kahlo.
O país dos Xamãs, também tem uma magia muito forte, um culto a morte, raízes Astecas e rock n’ roll.
México mistura serviência com rebeldia. A língua é quase que cantada, tamanha a sonoridade musical desse país, riquíssimo em cultura, histórias, contos e por que não…Giras!
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Antes de embarcar nesse encontro, fui visitar as famosas pirâmides a 50 km ao norte da capital, em Teotihuacan, cujo significado é “o local onde os homens se tornam deuses”. Diz a lenda que a pirâmide da Lua suga a energia das pessoas e a do Sol, revigora. Comecei o trajeto pela Lua e depois, pelo Sol. Sentia, sempre pelo desenho das sombras que estava sendo seguido.

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